1.09.09

Dicas para o mundo digital e Proxxima 2009

span-eventoProxximaOlá povo tudo joia?

Estava navegando nas ondas da internet e me deparei com o Proxxima 2009. Para quem não conhece o evento ele é do grupo Meio&Mensagem que reúne publicitários e empresários para debater sobre o futuro da comunicação digital, não quais são as próximas tendências, mas como o futuro revoluciona as nossas marcas hoje.

Sem fazer tanta propaganda eu gostaria de compartilhar com vocês algumas dicas disponibilizas no site do evento:

Cinco erros de matar:

- Negligenciar o banco de dados: Não possuir uma poderosa e bem azeitada solução tecnológica na área de Banco de Dados em sua plataforma digital é a mesma coisa que tentar enxugar gelo: nunca se chega a um bom resultado…

- Ignorar o poder das comunidades digitais: Desça do pedestal e fale com quem, de fato, comanda o seu negócio: seu consumidor. Converse, a internet é uma grande conversa. Dê respostas…

- Não medir: Não há ambiente de comunicação ou marketing mais mensurável que o ambiente digital. Ele nasceu plantado sobre uma plataforma numérica, sua tecnologia pressupõe a mensuração de performance como princípio elementar. Não usar isso a seu favor, nos desculpe o caro leitor a franqueza, é só ignorância, não faz qualquer sentido…

- Deixar para depois: Um dos graves e habituais erros dos responsáveis pelo marketing digital das empresas é acreditar que, pelo fato de as inovações e novidades se sucederem com muita rapidez nessa área, é melhor esperar que as coisas se acomodem, antes de começar a implementar projetos de web…

- Acreditar que é possível evitar erros: O quinto erro matador é acreditar que é possível não errar. Esse equívoco nasce do princípio corporativo clássico, de que um planejamento tecnicamente acurado e detalhado funciona como um antídoto ao erro. Isso nunca foi verdadeiro no mundo analógico — embora muita literatura tenha sido escrita e vendida em cima dessa ilusão — e é menos ainda no digital…

Cinco acertos matadores

- Fale como gente: Empresas não falam, gente fala. Isso sempre foi verdadeiro, mas por décadas manuais de melhor uso da linguagem corporativa frente ao consumidor ensinaram que a formalidade e meia dúzia de técnicas e fórmulas são o melhor caminho para a eficácia no relacionamento com seu público. No mundo digital, onde a informalidade é uma grande regra, isso caiu por terra…

- Engaje sua companhia: O mundo digital é novo para todos nós. Mas é mais novo e complicado para uns do que para outros. É comum em todas as empresas, nos mais diversos graus hierárquicos, observarmos estágios diferentes de conhecimento sobre o que é esse tal mundo digital e o que se deve fazer nele. Há sempre os “geeks” (sabidinhos digitais) e os “na minha época não tinha internet e tudo funcionava muito bem”…

-Desmistifique sua URL: Descentralize sua presença digital. Essa é mais complexa, mas vamos lá. O raciocínio estratégico dominante quando se fala de presença na web hoje (ou seja, o site corporativo e institucional da sua empresa, o seu portal de e-commerce, um hot site promocional ou de uma campanha, um blog corporativo etc.) parte do princípio comum de que o objetivo nobre a ser alcançado é gerar o maior tráfego possível para a sua URL. Em outras palavras, atrair o seu público-alvo para onde sua marca está. Ok, funciona. Não descarte. Mas há mais…

-Integre on e off: Não há mais qualquer diferença entre o que antes se considerava “real” e o que se considera “virtual”, um atributo próprio do ambiente digital. Sob a ótica do marketing contemporâneo, não pode haver mais qualquer separação entre um ambiente e outro. O exemplo mais concreto dessa dicotomia — e onde se cometem os maiores erros em seu nome — está nas estratégias de comunicação…

- Imite seu consumidor: amplie sua experiência digital: O mundo digital não é só o seu site. Ou só os portais que todo mundo conhece. Ou só os banners. Ou só, sequer, a internet. Ou só nada. O mundo digital que pode servir a sua comunicação e seu marketing é um vasto mundão de possibilidades (e resultados) que está lá só esperando para ser explorado. Parta do seguinte pressuposto: seu consumidor é hoje muito mais digital do que sua marca e, portanto, você já está perdendo, longe, da realidade…